terça-feira, 31 de maio de 2011

My Love by Sia (with Lyrics)




My love, leave yourself behind
Beat inside me
Leave you blind
My love you have found peace
You were searching
For relief
You gave it all
Into the call
You took a chance and
You took a fall for us
You came thoughtfully
Loved me faithfully
You taught me honor
You did it for me
Tonight you will slip away
You will wait
For me my love
Now I am strong (Now I am strong)
You gave me all
You gave all you had
And now I am whole
My love, leave yourself behind
Beat inside me
Leave you blind
My love, look what you can do
I am mending
I'll be with you
You took my hand
Added a plan
You gave me your heart
I asked you to dance with me
You loved honestly
Did what you could release
Aaaahhh oooh
I know in peace you go
I won't relieve this loss
Now I am strong (Now I am strong)
You gave me all
You gave all you had
And now I am whole
(My love, beat inside me)
My love,
Leave yourself behind
Beat inside me,
I'll be with you

How women and men see color

sexta-feira, 27 de maio de 2011

TAP: último voo

In Expresso - 05-03-2011
 
Miguel Sousa Tavares 

"Mais de trinta anos passados sobre a tormenta das nacionalizações e posteriores reprivatizações, o assunto não está ainda, como devia, encerrado. Ao longo dos anos, e ao sabor das necessidades de tesouraria ou das pressões das clientelas e boys candidatos aos lugares, os governos vão privatizando o que ainda está disponível e sempre com o critério que o que dá prejuízo jamais é privatizado; mas o que dá ou pode facilmente dar lucro é privatizado. Depois, consumada a privatização, há, invariavelmente, duas consequências: as novas empresas privadas vivem por regra em monopólio protegido pelo Estado -- o que tem sido uma fonte de inesgotáveis fortunas acumuladas sem risco algum; e os consumidores saem sempre a perder. Que ganhámos nós, consumidores, nós, país, com a privatização, total ou parcial, da EDP, da PT, da Brisa, da Galp? Nada, absolutamente nada: passámos a pagar mais por pior serviço, enquanto vamos constatando os lucros fabulosos (e quase sempre com impostos de favor) que os novos donos recebem por explorar mal o que outrora era público. A ruína do país tem como contraponto, não sei se necessário, o fantástico negócio que as privatizações tardias têm sido para os seus beneficiários. 


Mais uma vez apertado financeiramente, o Governo prepara-se para 'voltar ao mercado', oferecendo mais umas jóias da coroa, das poucas que restam e a preço de ocasião. Quais? Ora, não é com certeza a RTP, a REFER, a CP ou o Metro do Porto, essas empresas de défices crónicos por quem ninguém suspira. Também não é com certeza o BPN -- esse caso notável de nacionalização fora de tempo e que confirma a regra de nacionalizar os prejuízos privados e privatizar os lucros públicos. Agora, na agenda de 'esquerda' do Governo PS, perfilam-se como candidatas ao portefólio do comendador Amorim ou da família Dos Santos, os CTT, as Águas de Portugal, a ANA e a TAP -- o que resta apetecível. Todas, após privatização, passarão inevitavelmente a seguir a regra geral: pior serviço, custos mais caros para os consumidores, mercado protegido pelo Estado, lucros fantásticos para os accionistas e 'planeamento fiscal inteligente', isto é, impostos ridículos. Não tenham dúvidas: é assim a regra do jogo. Resta que a sua alienação a favor das clientelas empresariais do regime implica uma perda de soberania económica e estratégica que (como já vimos com a EDP, a Galp ou a PT), mais tarde ou mais cedo o país há-de pagar igualmente. Vejamos o caso da TAP

Qualquer idiota sabe e percebe que a TAP é muito mais do que uma simples companhia aérea e mais até do que uma companhia aérea "de bandeira". A TAP (excluindo o pequeno caso particular da SATA), é a única companhia aérea de um pequeno país continental que tem, todavia, o seu território disperso por mais dois arquipélagos e uma relação de presença muito forte e que deseja manter com uma série de países que foram suas colónias e outros onde se alberga uma vasta diáspora que queremos continue próxima. Ou seja, é um instrumento fundamental da nossa política externa e não apenas de representação. Muitíssimo mais importante e decisivo do que inúmeras Embaixadas que mantemos, delegações do Comércio Externo ou os ridículos Serviços de Informação (cuja utilidade ficou bem patente nos recentemente conhecidos relatórios sobre o Magrebe, onde se garantia que nenhuma revolta era previsível). 
O país deve à TAP e aos seus trabalhadores inúmeros serviços cuja importância foi determinante para o nome de Portugal. A começar pelo repatriamento em massa e em condições operacionais dificílimas de centenas de milhares de portugueses evacuados das colónias em 1975. A continuar pelas ligações com países como Moçambique ou Cabo Verde ou (ainda hoje) com a Guiné-Bissau e S. Tomé e Príncipe, que lhes permitiram, pura e simplesmente, existir no mapa e sobreviver no mundo, e onde a chegada do avião da TAP foi ou ainda é a chegada do mundo, pela mão de Portugal. Muito mais do que toda a retórica, acordos ortográficos e declarações de amizade, devemos à TAP o melhor da imagem que Portugal hoje tem no Brasil, onde os setenta voos semanais para uma série de destinos diferentes representam também uma ligação fundamental entre o Brasil e a Europa e entre as comunidades emigrantes de ambos os países, além de um contributo determinante para o turismo de Lisboa, por exemplo. E devemos ao espírito de empresa dos seus trabalhadores e aos esforços da sua administração o facto de termos uma companhia aérea que é muito melhor do que o país que lhe dá bandeira (se alguém tem dúvidas, experimente voar na Ibéria ou na Alitália ou em qualquer companhia americana, para saber o que é uma má companhia aérea). Aliás, só esse espírito de empresa, tão raro entre nós, permitiu à TAP sobreviver a todos as malfeitorias que o accionista Estado contra ela cometeu até há dez anos, quando enfim se rendeu finalmente a uma gestão profissional e foi chamar quem o sabia fazer. 

Vale a pena recapitular. A primeira malfeitoria foi fazer da TAP, durante mais de vinte anos, um albergue para os boys do bloco central, que a administraram como brinquedo seu, juntando a leviandade à incompetência: ainda me lembro de um presidente da TAP cuja grande obra foi inventar destinos sem qualquer viabilidade económica, para cujos voos inaugurais enchia o avião de convidados amigos e a "Olá-Semanário" para fazer uma reportagem 'social'. Depois, houve que manter preços políticos e créditos incobráveis a favor dos PALOP e dos seus governantes, que também achavam que a TAP era coisa sua. A seguir, veio o ministro João Cravinho, que concebeu o funesto projecto de fundir a TAP com a Swissair (uma das piores companhias aéreas do mundo), plano que, embora ainda tenha chegado a causar danos, abortou porque, felizmente e entretanto, a Swissair faliu. Depois, obrigaram-na a comprar a Portugália (que, tendo nascido para concorrer com a TAP em destinos próximos, falhou e também estava falida). Depois, obrigaram-na a comprar também esse desastre da Groundforce espanhola a quem tinham entregado todo o handling do aeroporto de Lisboa e Faro (e cujos resultados ainda hoje impedem que a TAP seja confortavelmente lucrativa). E, finalmente, e ao contrário do que se passa no mundo inteiro, a TAP tem vindo a ser progressivamente empurrada para as traseiras e tratada como hóspede indesejável no aeroporto de Lisboa, por outra empresa pública, a ANA, e em benefício das low-cost (mas não é inocente: trata-se de justificar a necessidade do novo aeroporto de Lisboa com o argumento de que a TAP já não tem espaço na Portela). Ironicamente, a história da TAPmostra-nos que de cada vez que gestores privados ditos "de sucesso" ou empresas privadas se imiscuíram no seu caminho, aqueles falharam e a TAP sobreviveu -- mas foi chamada a pagar os custos do desastroso 'sucesso' privado alheio. 

Ou seja: temos aqui uma empresa pública que exerce um papel insubstituível ao serviço do país (e que, obviamente, não será continuado pela Lan Chile ou pela Catar Airways, e, menos ainda, pela Lufthansa ou Ibéria). Temos uma empresa que funciona bem e prestigia o país, que ganhou, por mérito próprio, um papel de liderança absoluta no Atlântico Sul e um papel importante em África, que é rentável enquanto apenas companhia aérea, que é bem gerida, que dá trabalho a 8000 pessoas e paga 200 milhões de euros de impostos por ano. E o Governo quer privatizá-la, perante o silêncio geral (excepção feita a Jerónimo de Sousa). Apenas porque precisa de dinheiro e só não vende o pai e a mãe porque os não tem. 

Entendam-me bem: eu nada percebo de transporte aéreo e talvez tenha criado uma espécie de relação amorosa com a TAP difícil de explicar. Mas nestes tempos de depressão instalada, em que não parece haver qualquer sinal de esperança no horizonte, vejo a venda em saldo da TAP como um golpe final, tremendo, no meu orgulho de português. Talvez haja razões que justifiquem que o Governo diga que a venda da TAP é "prioritária". Mas, por uma questão de respeito pelos que a fizeram e mantiveram a voar, por todos nós, que tantos impostos pagámos para a viabilizar, e por uma questão de amor-próprio -- que é quase só o que nos resta -- convinha que o Governo explicasse essa 'prioridade' e que alguém mais se preocupasse com o assunto."


Recebido por email

WICKED GAME - Chris Isaak

quarta-feira, 25 de maio de 2011

domingo, 22 de maio de 2011

Cofre

Joss Stone - L-O-V-E




L is for the way you look at me
O is for the only one I see
V is very, very extraordinary
E is even more than anyone that you adore can


Love is all that I can give to you
Love is more than just a game for two
Two in love can make it
Take my heart and please don't break it
Love was made for me and you


L is for the way you look at me
O is for the only one I see
V is very, very extraordinary
E is even more than anyone that you adore can


Love is all that I can give to you
Love is more than just a game for two
Two in love can make it
Take my heart and please don't break it
Love was made for me and you
Love was made for me and you
Love was made for me and you
Love was made for me and you
Love was made for me and you...

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Feng Shui Intuitivo

Feng Shui Intuitivo é uma arte, não é para seguir fórmulas ou dicas e nunca regras!!!

Há pessoas que procuram nos livros e workshops de Feng Shui  "um milagre" para as suas vidas, ... mas a casa é um espelho das pessoas...
E eu digo e repito nos workshops e artigos de Feng Shui que escrevo, que é preciso amar as nossas casas, usar a nossa intuição e criatividade.

O Feng Shui não é mágico! É uma arte que deve ser usada com cuidado e bom senso...

E tal como escrevi num artigo publicado no Sapo Astral:


Observação

Considere-se no entanto, que cada casa possui características muito específicas, forma da planta, distribuição dos espaços e energias diferentes em que a aplicação destes princípios terá de ser feita com muita sensatez, daí importância de uma consulta de Feng Shui que irá permitir uma análise personalizada, aplicada a cada caso, com sugestão de “curas”, para as situações menos favoráveis. 

sábado, 7 de maio de 2011

Avril Lavigne - What The Hell



You say that I'm messing with your head
All 'cause I was making out with your friend
Love hurts whether it's right or wrong
I can't stop 'cause I'm having too much fun
You're on your knees
Begging please,
Stay with me
But honestly
I just need to be a little crazy
All my life I've been good, but now
Ah, I'm thinking "what the hell"
All I want is to mess around
And I don't really care about
If you love me, if you hate me
You can't save me, baby, baby
All my life I've been good, but now
Whoa, what the hell
What? What? What? What the hell?
So what if I go out on a million dates
You never call or listen to me anyway
I'd rather rage than sit around and wait all day
Don't get me wrong, I just need some time to play
You're on your knees
Begging please,
stay with me
But honestly
I just need to be a little crazy
All my life I've been good, but now
Ah, I'm thinking "what the hell"
All I want is to mess around
And I don't really care about
If you love me, if you hate me
You can't save me, baby, baby
All my life I've been good, but now
Whoa, what the hell
La la la la la la la la
Whoa, whoa
La la la la la la la la
Whoa, whoa
You say that I'm messing with your head, boy
I like messing in your bed
Yeah, I'm messing with your head
When I'm messing with you in bed
All my life I've been good, but now
Ah, I'm thinking "what the hell"
All I want is to mess around
And I don't really care about
If you love me, if you hate me
You can't save me, baby, baby
All my life I've been good, but now
Whoa, what the hell

Rio - First 2 minutes



Fui ver com o meu filho no dia da Mãe
"Blu, uma arara de uma espécie em vias de extinção, vive na pacata cidade de Moose Lake, EUA, com Linda, a sua dona e melhor amiga. Quando os cientistas anunciam a descoberta de Jewel, uma fêmea da sua espécie, nas florestas do Rio de Janeiro, os dois decidem partir à aventura de modo a que Blu possa encontrar o amor da sua vida. Já no Brasil, quando as duas aves se encontram, algo de irremediável acontece entre elas. Fascinado, mas com alguma dificuldade nas abordagens, Blue vai fazer os possíveis para conquistar aquele amor, até mesmo superar a sua maior fobia: voar. Mas, felizmente para todos, no Brasil ele não vai apenas encontrar o amor e o samba, mas também amigos que estarão a seu lado para o que der e vier. Uma comédia de animação realizada pelo brasileiro Carlos Saldanha, criador da série "Idade do Gelo"."

Ronan Keating - when you say nothing at all (legendado)

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Anita Lipnicka-You Change Me

Anjo " Expectación"

Belgais, 22 de Abril
Amar Mileghen - Feng Shui Intuitivo


Anjo " Expectación"
- anjo vestido de azul a abrir um presente (caixa) encarnada.

"Vive o dia a dia, não cries expectativas sobre o futuro..."

terça-feira, 3 de maio de 2011

Atitudes que drenam energia

ATITUDES QUE DRENAM ENERGIAS


 1. Pensamentos obsessivos - Pensar gasta energia, e todos nós sabemos
disso. Ficar remoendo um problema cansa mais do que um dia inteiro de
trabalho físico. Quem não tem domínio sobre seus pensamentos - mal comum ao
homem ocidental, torna-se escravo da mente e acaba gastando a energia que
poderia ser convertida em atitudes concretas, além de alimentar ainda mais
os conflitos.

Não basta estar atento ao volume de pensamentos, é preciso prestar atenção
à qualidade deles. Pensamentos positivos, éticos e elevados podem recarregar
as energias, enquanto o pessimismo consome energia e atrai mais negatividade
para nossas vidas.

2. Sentimentos tóxicos - Choques emocionais e raiva intensa também esgotam
as energias, assim como ressentimentos e mágoas nutridos durante anos
seguidos.

Não é à toa que muitas pessoas ficam estagnadas e não são prósperas.

Isso acontece quando a energia que alimenta o prazer, o sucesso e a
felicidade é gasta na manutenção de sentimentos negativos.

Medo e culpa também gastam energia, e a ansiedade descompassa a vida. Por
outro lado, os sentimentos positivos, como a amizade, o amor, a confiança, o
desprendimento, a solidariedade, a auto-estima, a alegria e o bom-humor
recarregam as energia e dão força para empreender nossos projetos e superar
os obstáculos.

3. Maus hábitos, falta de cuidado com o corpo - Descanso, boa alimentação,
hábitos saudáveis, exercícios físicos e o lazer são sempre colocados em
segundo plano.

A rotina corrida e a competitividade fazem com que haja negligência em
relação a aspectos básicos para a manutenção da saúde energética.

4. Fugir do presente - As energias são colocadas onde a atenção é focada. O
homem tem a tendência de achar que no passado as coisas eram mais fáceis:
"bons tempos aqueles!", costumam dizer.

Tanto os saudosistas, que se apegam às lembranças do passado, quanto aqueles
que não conseguem esquecer os traumas, colocam suas energias no passado.

Por outro lado, os sonhadores ou as pessoas que vivem esperando pelo futuro,
depositando nele sua felicidade e realização, deixam pouca ou nenhuma
energia no presente.

E é apenas no presente que podemos construir nossas vidas.

5. Falta de perdão - Perdoar significa soltar ressentimentos, mágoas e
culpas. Libertar o que aconteceu e olhar para frente.

Quanto mais perdoamos, menos bagagem interior carregamos, gastando menos
energia ao alimentar as feridas do passado.

Mais do que uma regra religiosa, o perdão é uma atitude inteligente daquele
que busca viver bem e quer seus caminhos livres, abertos para a felicidade.

Quem não sabe perdoar os outros e si mesmo, fica "energeticamente obeso",
carregando fardos passados.

6. Mentira pessoal - Todos mentem ao longo da vida, mas para sustentar as
mentiras muita energia é gasta.

Somos educados para desempenhar papéis e não para sermos nós mesmos: a
mocinha boazinha, o machão, a vítima, a mãe extremosa, o corajoso, o pai
enérgico, o mártir e o intelectual.

Quando somos nós mesmos, a vida flui e tudo acontece com pouquíssimo
esforço.

7. Viver a vida do outro - Ninguém vive só e, por meio dos relacionamentos
interpessoais, evoluímos e nos realizamos, mas é preciso ter noção de
limites e saber amadurecer também nossa individualidade.

Esse equilíbrio nos resguarda energeticamente e nos recarrega.

Quem cuida da vida do outro, sofrendo seus problemas e interferindo mais do
que é recomendável, acaba não tendo energia para construir sua própria
vida.

O único prêmio, nesse caso, é a frustração.

8. Bagunça e projetos inacabados - A bagunça afeta muito as pessoas,
causando confusão mental e emocional. Um truque legal quando a vida anda
confusa é arrumar a casa, os armários, gavetas, a bolsa e os documentos,
além de fazer uma faxina no que está sujo.

À medida em que ordenamos e limpamos os objetos, também colocamos em ordem
nossa mente e coração. Pode não resolver o problema, mas dá alívio.

Não terminar as tarefas é outro "escape" de energia.

Todas as vezes que você vê, por exemplo, aquele trabalho que não concluiu,
ele lhe "diz" inconscientemente: "você não me terminou!

Você não me terminou!" Isso gasta uma energia tremenda. Ou você a termina ou
livre-se dela e assuma que não vai concluir o trabalho.

O importante é tomar uma atitude. O desenvolvimento do auto-conhecimento, da
disciplina e da terminação farão com que você não invista em projetos que
não serão concluídos e que apenas consumirão seu tempo e energia.

9. Afastamento da natureza - A natureza, nossa maior fonte de alimento
energético, também nos limpa das energias estáticas e desarmonizas.

O homem moderno, que habita e trabalha em locais muitas vezes doentios e
desequilibrados, vê-se privado dessa fonte maravilhosa de energia.

A competitividade, o individualismo e o estresse das grandes cidades agravam
esse quadro e favorecem o vampirismo energético, onde todos sugam e são
sugados em suas energias vitais.*

Recebido por email de uma grande amiga

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Coldplay - Scientist



Nobody said it was easy...


Come up to meet you, tell you I'm sorry
You don't know how lovely you are
I had to find you, tell you I need you
And tell you I set you apart
Tell me your secrets, And ask me your questions
Oh let's go back to the start


Running in circles, Coming in tails
Heads on a science apart


Nobody said it was easy
It's such a shame for us to part
Nobody said it was easy
No one ever said it would be this hard
Oh take me back to the start

I was just guessing at numbers and figures
Pulling the puzzles apart
Questions of science, science and progress
Don't speak as loud as my heart
And tell me you love me, Come back and haunt me
Oh when I rush to the start

Running in circles, Chasing tails
Coming back as we are

Nobody said it was easy
Oh it's such a shame for us to part
Nobody said it was easy
No one ever said it would be so hard
I'm going back to the start

domingo, 1 de maio de 2011

Feliz dia da mãe a todas as mães do mundo!! 
Ser mãe é das coisas mais extraordinárias que a vida nos pode proporcionar...